A Conmebol oficializou as primeiras sanções contra o Independiente Medellín (COL) após os graves incidentes que levaram ao cancelamento da partida contra o Flamengo no último dia 7 de maio. A decisão foca na segurança e na ordem pública, após a arbitragem interromper o jogo com apenas três minutos de bola rolando devido à invasão de objetos e falta de segurança no estádio.
O clube colombiano foi punido com a determinação de jogar com portões fechados por um período inicial de 60 dias. Esta restrição é válida tanto para jogos em casa quanto para partidas como visitante, impedindo a presença de sua torcida em qualquer estádio durante o período. Existe ainda a possibilidade de prorrogação da medida por mais 30 dias, dependendo do julgamento final.
A cúpula do Flamengo, liderada pelo diretor de futebol José Boto, reforçou que o clube não teve qualquer responsabilidade pelo cenário caótico. O Rubro-Negro já acionou o departamento jurídico para solicitar a vitória por W.O., o que garantiria os três pontos e a vaga antecipada nas oitavas de final da competição.
Detalhes da Punição e Próximos Passos
- Interdição de Torcida
O Independiente Medellín está proibido de contar com público em seus jogos (mandante ou visitante) pelos próximos 60 dias. - Prazo para Argumentação
A Conmebol tem até o dia 19 de maio para apresentar os argumentos finais ao tribunal, que decidirá se a punição será ampliada ou se haverá multas financeiras pesadas. - Veredito sobre o Resultado
O placar da partida cancelada segue indefinido. O tribunal da confederação analisa se o jogo será remarcado ou se os pontos serão atribuídos ao Flamengo.
Bastidores do Conflito
O estopim da revolta colombiana foi a crise interna do clube, mas o impacto sobrou para o torneio continental. Relatos indicam que pedras, ferros e sinalizadores foram arremessados em direção ao gramado e ao túnel de acesso do Flamengo. Para acompanhar os desdobramentos políticos dessa decisão, acesse nossa seção de esportes para entender como o esporte e a diplomacia se cruzam nestes casos.
O Flamengo mantém sua posição firme de que não havia condições mínimas de segurança. Agora, o foco volta-se para o dia 19, data em que o futuro do Grupo A da Libertadores será finalmente selado nos tribunais da entidade paraguaia.
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