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Rondonópolis registra aumento de 6% na receita no 3º quadrimestre

A prestação de contas referente ao terceiro quadrimestre do exercício financeiro do ano de 2025 foi realizada pela Prefeitura de Rondonópolis em uma audiência pública na noite desta quinta-feira (30/4), na Câmara Municipal. Um dos destaques desse período foi o crescimento na receita corrente própria do Município na casa dos 6% em relação ao mesmo período de 2024.

Conforme os resultados, Rondonópolis teve uma arrecadação com receitas próprias no terceiro quadrimestre de R$ 184,565 milhões  (aumento de cerca de 6% sobre 2024), sendo que o valor orçado para o ano é de R$ 581,598 milhões.

Em relação às transferências federais, o Município arrecadou no período R$ 220,550 milhões, tendo o valor orçado no ano de R$ 615,305 milhões. Observando as transferências estaduais, Rondonópolis teve uma receita arrecadada nos quatro últimos meses do ano em R$ 133,602  milhões, tendo um valor orçado no ano de R$ 455,328 milhões.

Quanto às receitas gerais, o Município arrecadou R$ 547,900 milhões no quadrimestre, com um valor orçado para o ano de R$ 1,845 bilhão. Já o  valor pago com despesas atingiu a quantia de R$ 564,967 milhões no terceiro quadrimestre. Entre outros dados, o valor de duodécimo repassado para a Câmara no período foi de R$ 19,628 milhões.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, fez uma avaliação positiva dos números gerados no período pelo Município, considerando ser o primeiro ano da gestão. “O prefeito Cláudio Ferreira pegou o município com a situação financeira muito difícil, sem recursos em caixa e ainda com cerca de R$ 60 milhões para pagar com recurso próprio. Ele conseguiu quitar os restos a pagar do ano que tinha recebido, fazer com que crescesse a receita e cumprir todas as obrigações”, apontou.

Dentro das receitas próprias, que são produzidas no próprio município, incluindo impostos como ISS, IPTU e ITBI, Rane destacou o crescimento de cerca de 6% e, dentro das transferências estaduais, o aumento no ICMS, sendo um bom indicador da situação da economia, com acréscimo de cerca de 10% entre os mesmos períodos de 2024 e 2025. “Quanto maior a receita mais são as entregas públicas para o município – e isso é muito bom”, explicou.

A realização dessa prestação de contas é obrigatória, sendo exigida pela Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei nº 101/2000), com realização de quatro em quatro meses e foco na transparência das contas públicas, entre receitas e despesas realizadas.

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