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Grêmios estudantis avançam em 518 escolas estaduais de MT

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc), conforme divulgado oficialmente pelo Governo de Mato Grosso, informou que 518 escolas estaduais contam atualmente com grêmios estudantis ativos. O número representa 82,22% das 630 unidades da rede pública estadual e reforça a política de incentivo à participação dos alunos nas decisões escolares.

Segundo dados confirmados pela Seduc, os grêmios estudantis foram reativados em 2021 e, desde então, vêm registrando crescimento contínuo em todo o estado. Em 2025, a rede estadual já ultrapassou a marca de 500 organizações estudantis formalizadas, incluindo escolas regulares, militares, cívico-militares, indígenas, quilombolas e de tempo integral.

Participação estudantil e gestão democrática

De acordo com a pasta, os grêmios estudantis em MT funcionam como espaços de representação e escuta dos estudantes. A atuação permite que os jovens participem de debates, apresentem propostas e contribuam diretamente para decisões relacionadas ao cotidiano escolar.

A redação apurou que a política de fortalecimento dos grêmios integra ações voltadas à gestão democrática nas unidades de ensino. Entre as iniciativas promovidas pela Seduc estão orientações para criação, regularização e capacitação das entidades estudantis.

Além da representação política dos estudantes, os grupos também desenvolvem atividades:

  • Projetos culturais e esportivos;
  • Ações sociais e comunitárias;
  • Campanhas educativas;
  • Eventos de integração escolar;
  • Atividades de incentivo à cidadania.

Impactos no ambiente escolar

Segundo a Secretaria de Educação, o fortalecimento dos grêmios estudantis contribui para melhorar o clima escolar e ampliar o engajamento dos alunos nas atividades pedagógicas. A presença das entidades também favorece o diálogo entre estudantes, professores e gestores.

O coordenador dos Grêmios Estudantis da Seduc, Matheus Oliveira da Silva, destacou que a participação ativa dos jovens fortalece a formação cidadã dentro das escolas públicas.

“Um grêmio estudantil mostra ao aluno que a voz dele importa. É nesse exercício de ouvir, propor e participar que muitos jovens começam a entender o valor da cidadania”, afirmou.

O que diz a legislação

A organização dos grêmios estudantis é garantida pela Lei Federal nº 7.398/1985, conhecida como Lei do Grêmio Livre, que assegura aos estudantes o direito de criar entidades representativas nas escolas. O objetivo é incentivar a participação democrática e a integração da comunidade escolar.

Especialistas em educação apontam que o fortalecimento dos grêmios ajuda no desenvolvimento de competências sociais, liderança e participação cidadã entre adolescentes e jovens.

Reportagem baseada em dados oficiais divulgados pela Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT).

Para acompanhar mais informações sobre educação e políticas públicas em Mato Grosso, continue acessando o portal.

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