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Damiani da TV rebate acusações e detalha investigação eleitoral em Sorriso

O ex-candidato à Prefeitura de Sorriso, Damiani da TV (MDB), respondeu às declarações de Alei Fernandes (União Brasil), publicadas em entrevista ao site Nortão MT. Damiani rebateu as acusações de “tapetão” e trouxe novos detalhes sobre a ação judicial que visa investigar possíveis irregularidades nas eleições municipais.

“Se houve tapetão, ele ocorreu antes do dia 6 de outubro, durante o processo eleitoral”, afirmou Damiani, explicando que o termo é sinônimo de corrupção, o que ele descreveu como práticas como caixa dois, doações de empresas via intermediários e abuso de poder econômico.

Veja vídeo na íntegra abaixo:

Apontamentos de irregularidades

Damiani destacou que a Polícia Federal apreendeu R$ 300 mil em espécie, além do celular de um apoiador de Alei Fernandes nas vésperas do pleito. Também foram confiscados outros celulares e notebooks pertencentes a pessoas físicas e jurídicas, que, segundo ele, reforçam a suspeita de irregularidades.

Ele mencionou ainda um depoimento que aponta “fortes indícios” de que Alei Fernandes e seu vice, Acácio Ambrosini, utilizaram recursos irregulares para financiar a campanha. “Essas práticas incluem o uso de caixa dois e doações de empresas feitas por meio de laranjas, o que é vedado pela legislação eleitoral”, afirmou.

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Pedido de cassação

Damiani ressaltou que sua ação judicial foi fundamentada em investigações conduzidas pela Polícia Federal e em pareceres do Ministério Público Eleitoral. “O promotor eleitoral, em seu pedido, solicita a cassação do registro ou da diplomação de Alei Fernandes e Acácio Ambrosini. Isso não é algo que partiu de mim, mas sim de órgãos competentes que investigam as denúncias”, reforçou.

Repercussão e críticas

A repercussão do caso gerou tanto apoio quanto questionamentos. Em comentários sobre o vídeo de Damiani publicado em outro veículo de imprensa, um internauta levantou dúvidas: “Só eu que não entendi como uma pessoa com patrimônio declarado em torno de R$ 400 mil tem dinheiro para bancar um advogado como Cardozo, ex-ministro da Justiça da Dilma Rousseff? Acho que o caixa dois estava na outra coligação”.

Nortão MT com RBT News

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