Mato Grosso inseriu mais de três mil perfis de DNA no Banco Nacional de Perfis Genéticos nos últimos cinco anos, conforme levantamento do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A base apoia a investigação de crimes, a identificação de pessoas desaparecidas e o confronto de vestígios coletados em diferentes partes do país.
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O banco reúne registros de vestígios de locais de crime, familiares de desaparecidos, restos mortais não identificados, condenados e suspeitos identificados criminalmente. O sistema Codis faz o armazenamento e a comparação automática dessas informações.
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A Operação Elos DNA, iniciada em julho, coletou material de 1.031 condenados e permitiu a inserção de 843 perfis. Entre setembro de 2025 e setembro de 2026, foram adicionados 1.537 registros, alta aproximada de 136% em relação aos 651 do período anterior.
Segundo a Politec, a ampliação da base decorre da retomada das coletas, de campanhas com familiares de desaparecidos, da modernização do laboratório e da melhoria dos fluxos de trabalho. O sistema estadual registra 31 identificações de pessoas desaparecidas, 33 coincidências confirmadas entre vestígios e 39 coincidências entre condenados e evidências.
Entre novembro de 2025 e maio de 2026, os perfis inseridos em Mato Grosso contribuíram para 14 investigações dentro e fora do estado. Mais notícias estão no Instagram do Canaã Notícias.