A Mercedes-Benz alcançou recentemente um importante marco histórico no Brasil com a produção de 800.000 ônibus em seus 70 anos no país.
Esse número considera tanto os tradicionais chassis de ônibus da Mercedes-Benz quanto os antigos monoblocos, que podiam também ser encarroçados.
Mas, para quem não se lembra, a Mercedes-Benz também produziu ônibus monoblocos inteiros, tanto urbanos quanto rodoviários, que se tornaram populares no Brasil.

Desde o modelo O-321 dos anos 60 até os atuais chassis articulados ou rodoviários de até quatro eixos da Mercedes-Benz, a gama de ônibus da marca alemã é extensa.
Walter Barbosa, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil, comenta abaixo:
“Mais do que 800.000 chassis e monoblocos produzidos, celebramos milhões de histórias conectadas pela mobilidade”, afirma.

Barbosa continua: “Ao longo de sete décadas, os ônibus Mercedes-Benz ajudaram a transportar trabalhadores, estudantes, famílias e comunidades, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.”
O executivo finaliza: “São décadas de investimento, inovação, desenvolvimento tecnológico e, principalmente, a confiança dos nossos clientes e operadores.”

Ao longo dos anos, a Mercedes-Benz aproveitou os nichos de mercado para ganhar espaço no transporte de passageiros, com ícones como o chassi OF-1113, por exemplo.
Este último atuou fortemente no transporte público nas cidades sob carrocerias de várias marcas brasileiras, sendo bem simples e confiável.
No outro extremo, o monobloco rodoviário O-371, em seus três tamanhos, inclusive trucado, marcou época com sua produção em Campinas (SP).
Este e outros chamavam atenção pelo uso de calotas e bagageiros superiores com tampa no salão de passageiros, remetendo assim aos aviões comerciais.
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Hoje, de acordo com Denis Güven, presidente e CEO da Mercedes-Benz América Latina, África e Oriente Médio, o Brasil se consolidou como referência para a Daimler Buses.
“Essa proximidade com os clientes e com a realidade das operações é um dos fatores que sustentam o nosso sucesso”, afirma o executivo.
Güven conclui: “No entanto, a história da mobilidade não é construída apenas olhando para o que já foi conquistado. Ela é construída, principalmente, pela nossa capacidade de evoluir e de mover o futuro.”
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