A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que a aeronave interceptada, ontem, em Juara (300 km de Sinop) vinha da Bolívia e voava sem plano de voo e com matrícula não identificada. Após ser interceptado por um caça A-29 Super Tucano, o piloto realizou um pouso forçado em uma região de fazenda, incendiou o avião e fugiu do local.
Conforme a FAB, o avião suspeito era um Cessna branco. A interceptação foi coordenada pelo Comando de Operações Aeroespaciais, que acompanhou a execução das Medidas de Policiamento do Espaço Aéreo, voltadas ao combate a voos ilícitos.
A operação também contou com o apoio de uma aeronave E-99, conhecida como avião-radar, que possui sistemas de alta tecnologia para detectar aeronaves mesmo em baixas altitudes e em regiões remotas.
A ação ocorreu em coordenação com a Polícia Federal e foi acompanhada pelo piloto do caça. Após o pouso forçado, o piloto da aeronave suspeita fugiu e incendiou o avião. Ele segue foragido.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), por meio da equipe de Juína, esteve no local para verificar a dinâmica da ocorrência e averiguar a possível presença de material entorpecente na aeronave ou na área do pouso.
Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a identidade do piloto ou sobre eventual localização de drogas.
Em nota, a FAB destacou que as medidas de policiamento do espaço aéreo são realizadas em conjunto com órgãos de segurança pública para coibir voos ilícitos e reforçou que mantém atuação permanente para garantir a soberania do espaço aéreo brasileiro e a segurança da navegação aérea.
Ontem, em Campo Verde, um avião caiu e atingiu parcialmente uma creche.
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