A Chery decidiu reforçar tecnologia e reorganizar versões do Fulwin A9L para 2027, preservando o desenho conhecido enquanto amplia recursos de assistência à condução.
O sedã passa a ser oferecido em quatro configurações, embora a faixa promocional divulgada vá de 139.900 a 207.900 yuans (R$ 99.800 a R$ 148.200).
Na tabela apresentada pela fabricante, o 260 Pro custa 139.900 yuans, o 260 Max sai por 156.900 yuans (R$ 111.900) durante o período anunciado.
Acima deles, o 260 Ultra aparece por 174.900 yuans (R$ 124.700), enquanto o Ultra AWD é relacionado por 197.900 yuans (R$ 141.100).
Visualmente, o Fulwin A9L 2027 mantém praticamente a mesma aparência externa e interna da geração anterior, concentrando suas mudanças principalmente em hardware, software e equipamentos.

As versões 260 Max, 260 Ultra e Ultra AWD recebem o chip Nvidia Orin-Y, responsável por entregar capacidade total de processamento de 200 TOPS.
O conjunto de sensores desses modelos também cresce para 11 câmeras, permitindo recursos adicionais como condução assistida em áreas urbanas e reconhecimento facial.
Nas configurações Ultra e AWD, a Chery acrescenta ainda a função de estacionamento em marcha a ré com retorno pelo trajeto e suspensão por indução eletromagnética.
Mesmo a versão de entrada 260 Pro ganha novidades, incluindo ventilação para o banco dianteiro do motorista, embora utilize um conjunto mais simples de cinco câmeras.
Ao mesmo tempo, a fabricante simplificou alguns equipamentos, retirando de diversas versões itens como filtragem PM2.5, KTV a bordo, memória dos retrovisores e cancelamento ativo de ruído.

A proposta foi abrir espaço na composição dos equipamentos para o hardware atualizado de assistência à condução, sem promover alterações significativas na arquitetura visual do modelo.
Sob o capô, permanece o sistema híbrido plug-in 1.5T, disponível em duas configurações mecânicas com diferenças expressivas de desempenho, autonomia elétrica e consumo.
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A opção com um motor elétrico entrega aproximadamente 374 cv pela potência declarada, com torque de 54,0 kgfm e aceleração de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos.
Essa configuração oferece autonomia elétrica de 193 km pelo ciclo WLTC e registra consumo equivalente a 20,6 km/l quando a bateria está sem carga disponível.
Já a configuração com dois motores sobe para aproximadamente 639 cv, acompanhados por 87,1 kgfm, reduzindo a aceleração de 0 a 100 km/h para 4,9 segundos.

Nesse caso, a autonomia elétrica WLTC é de 151 km, enquanto o consumo com a bateria sem carga corresponde a aproximadamente 16,7 km/l.
As mudanças chegam em um período de forte crescimento comercial para o Chery Group, que vendeu 276.820 veículos em julho, avanço anual de 23,3%.
Desse total, 129.067 unidades foram veículos de nova energia, segmento que apresentou crescimento de 97,5% na comparação com julho do ano anterior.
As exportações do grupo alcançaram 202.533 veículos durante julho, volume apontado como um novo recorde chinês e mais um indicador da expansão internacional da Chery.
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