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Em aceno aos evangélicos, ministra da Cultura defende diálogo

Ciente de que 74% dos protestantes desaprovam a sua gestão, segundo pesquisa da AtlasIntel divulgada em agosto, o esforço do governo Lula por aproximação com os evangélicos tem se expandido nos diferentes setores da sua administração, como o Ministério da Cultura, liderado atualmente pela cantora Margareth Menezes.

Durante uma coletiva de imprensa feita em Salvador, onde ocorreu o Seminário Internacional do G20 sobre Cultura e Mudança do Clima, Menezes disse que a sua pasta tem procurado acolher todas às reivindicações por apoio em projetos culturais, incluindo os evangélicos.

“Dentro do Ministério da cultura, nós recebemos lá tantos políticos como pessoas também, religião evangélicas, vão lá também buscar, e tudo o que nós estamos lançando é para todas as pessoas. […]. Inclusive, nessa nova instrução normativa, a gente contempla isso. Tem vários festivais desse segmento que recebem incentivos da Lei Rouanet”, disse ela.

Segundo a líder do Ministério da Cultura, não existe da parte do governo Lula uma oposição às igrejas protestantes. Ela argumentou que esta ideia, na prática, teria sido fruto de uma narrativa política, mas não uma realidade concreta.

“Não tem porque a ver esse tipo de desconfiança com o governo do presidente Lula em relação à [religião] evangélica”, disse ela durante a coletiva, citando como exemplo o reconhecimento recente do Dia da Música Gospel, fruto de uma lei sancionada pelo atual presidente da República.

“O presidente Lula foi quem sempre fez ações nesse sentido. Então, foi uma narrativa perigosa que se construiu como se o governo e o presidente Lula fosse contra a religião. Toda a política pública é para todo o povo brasileiro, não se pergunta qual religião a pessoa é para ter acesso”, disse Margareth Menezes.

A ministra da Cultura, por fim, defendeu a necessidade de diálogo com todos os seguimentos da sociedade, frisando que o meio gospel é, também, uma potência na produção artística.

“Estamos, dentro da minha gestão, mantendo o diálogo com todos os setores. Nós recebemos representações de todos [seja] das áreas das artes e também com o setor evangélico”, concluiu. Com informações: A Tarde.

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