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Padrasto de menina morta por tiro de espingarda em Sinop paga fiança e é solto

O homem de 43 anos apontado como padrasto da menina de 10 anos que morreu baleada por um disparo acidental de espingarda em Sinop foi colocado em liberdade depois de quitar o valor arbitrado de R$ 1,5 mil referente à fiança.

Investigação e laudos periciais As autoridades policiais informam que a apuração dos fatos continua em andamento com foco na análise dos laudos técnicos elaborados pela perícia e na execução de novas diligências necessárias para elucidar o ocorrido. O fechamento do inquérito policial fica condicionado aos resultados dos exames laboratoriais e aos demais dados coletados ao longo do processo de investigação.

Dinâmica da tragédia no Jardim Araguaia O acidente trágico aconteceu dentro de uma residência situada na avenida Barra do Garças, no bairro Jardim Araguaia. O registro policial aponta que a vítima estava no quarto do imóvel brincando com o irmão de 15 anos no momento em que o adolescente tentou pegar um travesseiro caído perto de uma espingarda encostada na parede. Naquele instante, o armamento despencou, efetuou um disparo fatal e atingiu a região da cabeça da criança.

Atendimento de emergência e perícia técnica Assim que o fato foi comunicado, socorristas do Corpo de Bombeiros foram deslocados para o endereço, porém constataram o óbito da menina ainda na chegada da equipe de resgate. A equipe da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) executou os procedimentos de praxe no local e o corpo foi transportado ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização do exame de necropsia.

Origem do armamento e crimes investigados O registro oficial aponta que o padrasto das crianças declarou aos policiais que a espingarda pertencia a um irmão dele, o qual teria mudado de estado para o Maranhão e deixado a arma no imóvel. O suspeito também garantiu não saber que o objeto estava municiado, sendo a arma apreendida para análise balística. O episódio foi catalogado inicialmente sob as tipificações de homicídio culposo, omissão de cautela na guarda de arma de fogo e posse irregular de arma de fogo de uso permitido.

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