O pastor Silas Malafaia criticou os institutos de pesquisa Quaest e Datafolha, acusando-os de manipular dados para favorecer a esquerda. Em um vídeo nas redes sociais, ele elogiou o Gerp por apresentar resultados mais próximos da realidade eleitoral.
Acusações de manipulação
Em suas declarações, Malafaia afirmou que os institutos Quaest e Datafolha apresentaram levantamentos que, segundo ele, favorecem a esquerda política. Ele questionou a imparcialidade dessas empresas e comparou os números divulgados antes do primeiro turno com os resultados que ele citou.
“Eu tava esperando o Datafolha, não, Data Mentira, que saiu agora o último, para poder provar o que eu falo”
—Silas Malafaia
O pastor destacou que, na pesquisa da Quaest, o dirigente do instituto teria atuado em campanhas do PT, o que, para ele, comprometeria a isenção dos resultados. Ele comparou os números atribuídos à última pesquisa antes do primeiro turno, que indicavam Lula com 46% e Flávio com 45%, com os resultados que apresentou: 47% para Flávio e 45% para Lula.
Críticas ao Datafolha
As críticas ao Datafolha seguiram a mesma linha. Malafaia afirmou que o instituto teria apresentado Lula com 45% e Flávio com 42% na última pesquisa antes do primeiro turno. Em sua comparação, o resultado eleitoral citado foi de 47% para Flávio e 45% para Lula, classificando a diferença como um erro significativo.
Ele também comentou sobre um levantamento recente do Datafolha que mostrava um empate entre os candidatos, com ambos aparecendo com 50%. “O Data Mentira deu Flávio com 50 e Lula com 50. Minha gente, isso é uma piada”, declarou Malafaia.
Elogios ao Gerp
Em contrapartida, Malafaia elogiou o Gerp, descrevendo-o como um instituto sem alinhamento político. Segundo ele, a última pesquisa do Gerp antes do primeiro turno apontava Flávio com 46% e Lula com 44%. Um levantamento divulgado em 20 de outubro indicaria Flávio com 53% e Lula com 47%.
“Qual é o instituto que acertou?”
O pastor sugeriu que os institutos alinhados à esquerda poderiam apresentar Lula à frente de Flávio por um ou dois pontos na reta final da disputa, como parte de uma estratégia de manipulação.